A Justiça decidiu que dois homens acusados de envolvimento na morte de Diogo Barrozo Rocha, de 27 anos, ocorrida no dia 5 de setembro de 2025, no bairro Nova Bom Jesus, em Bom Jesus do Itabapoana (RJ), permanecerão presos preventivamente. O crime aconteceu em frente ao conhecido Bar do Vitinho, local bastante frequentado na região.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, as investigações apontam que Crizan Cesar Fernandes da Silva, de 30 anos, teria efetuado os disparos contra a vítima, que morreu ainda no local. O motivo do crime estaria relacionado a uma possível vingança por um furto. Já Rogério da Silva Flausino, de 47 anos, conhecido como Rogerinho ou Burro, teria auxiliado o atirador a fugir logo após a execução.
Circunstâncias que agravam o caso
- O homicídio foi classificado como de elevada gravidade, uma vez que:
- teria sido motivado por vingança considerada fútil;
- ocorreu em via pública, colocando em risco outras pessoas;
- foi cometido de forma inesperada, sem que a vítima tivesse chance de defesa.
Investigação detalhada
O trabalho da 144ª Delegacia de Polícia de Bom Jesus do Itabapoana reuniu provas importantes, como depoimentos, laudos periciais, apreensões e imagens de câmeras de segurança que registraram a fuga dos acusados. Esses elementos foram fundamentais para embasar a denúncia do Ministério Público.
Decisão judicial
Com base no conjunto de provas, a Justiça decidiu receber a denúncia e manter os acusados atrás das grades. Segundo a decisão, a liberdade poderia atrapalhar o andamento do processo, além de oferecer risco à ordem pública e às testemunhas.
Agora, os réus terão 10 dias para apresentar defesa, e o caso seguirá para julgamento pelo Tribunal do Júri, onde será decidido se eles serão condenados ou absolvidos.
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